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A área de comunicação, principalmente o marketing, é um labirinto de conhecimentos.Ela nos permite conhecer pessoas, experimentar sensações exóticas e sentidos contrários. Enganam-se as pessoas que se aventuram nessa área sem conhecer o mínimo sobre o mercado. É como ir embarcar para a Machu Picchu e regiões do Vale Sagrado sem tomar o Soroche (remédio contra os efeitos causados pela altitude). Você estará onde sempre sonhou, mas os efeitos contrários podem tornar sua jornada muito desagradável. No âmbito da comunicação, não é diferente. É preciso conhecimento, persistência, feeling. E aí entro no mérito da questão: como nasce uma ideia?

Antes de qualquer ideia com pó de piripimpim, é necessário analisar números. Sim, você entendeu muito bem: esses algoritmos são a nossa bússola. Sem os gráficos, porcentagens e estatísticas não tem como achar o fio no novelo para tramar a ideia para a campanha de sucesso. Está aí mais uma vírgula para os aventureiros da área de comunicação que escolhem essa profissão por não gostarem de matemática (!).

É necessário traçar um mapa, saber onde pisamos, como é a métrica do comportamento do nosso público. O que foi feito e os resultados anteriores.

Após traçar o norte da sua campanha, chegou a hora dos devaneios, esvaziar a cabeça e iniciar o brainstorm, a parte gostosa que todos conhecem e muitos acreditam ser o ponto inicial. Para o êxtase dessa viagem é proibido censurar. Todas as ideias são aceitas: vale um café, uma cerveja, uma mesa de bar. De repente opiniões se fundem, são inseridos detalhes, e está aí o embrião de uma ideia.

Embrião, porque entraremos em uma nova etapa: será que conseguiremos encaixar tudo isso no budge do cliente?  Pois é, lá vem eles de novo, os números, os fiéis companheiros das ideias perfeitas, que precisamos conhecer, persistir e encontrar a saída neste labirinto de conhecimentos!

 

 

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